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Google+ é ideia precoce frente ao Facebook

segunda-feira, 11 de março de 2013

Por Alessandra Sabbag 

Rede social do Google é uma das maiores, mas ainda não ganhou o público


De acordo com uma pesquisa feita em janeiro pela empresa britânica Global Web Index, o Google+ alcançou o número de 343 milhões de pessoas ativas em sua rede, até dezembro de 2012. O que a coloca como a segunda maior rede social da internet, apenas atrás do Facebook, com 693 milhões. Mas porque o Google+ não é tão popular como foi o Orkut (pelo menos no Brasil) e qual o motivo de muitos o considerarem um fracasso?
De fato esses números se devem à sincronia entre todas as contas dos usuários, que utilizam muito o YouTube ou Gmail, por exemplo, para sua atividades. Contudo, a rede social não vingou ainda de forma prática como se esperava. No começo, os erros de layout, os espaços que sobravam em branco, o próprio chat que atrapalhava a “timeline”, e a enorme promessa de ser a rede social do Google, pecaram para que as pessoas aderissem a ela.
A gigante da internet criou um design simples, fácil de entender e com mais liberdade de organização e personalização do que a rede de Mark Zuckerberg. Coisas práticas e que são pontos positivos como o Hangout, que permite uma videoconferência com até 10 pessoas, a privacidade às informações do usuário, que exibe e compartilha em um espaço denominado Círculos. No entanto, tudo o que apresenta, sendo melhor ou não, já é conhecido do público seja através do Facebook, Twitter ou Skype.
Falta a dinâmica, a novidade, a originalidade, pois toda rede social nova apresenta algo que realmente atraia pessoas e neste caso, não foi o que ocorreu. Muitas nem sabem o que é “Google Plus”, enquanto no Facebook estão todos os amigos, parentes, colegas e até mesmo idosos com mais de 60 anos. A lógica das mídias sociais são passos: uma nova rede surge, alguns poucos arriscam, gostam, viciam e chamam mais pessoas e a partir desse momento só passam a atualizar o seu perfil na rede social mais nova.
Porém, as sucessivas tentativas do Google de derrubar o império do Facebook denotam um ‘desespero’ na conquista desse mercado. Talvez tenha sido a sua própria precipitação em lançar um produto bom, mas não bom o suficiente para bater de frente com a rede de  Zuckerberg. Aparentemente, um lançamento precoce com uma ideia precoce, intitulado como “o mais forte concorrente” a supremacia do Facebook. Nem o próprio Facebook se estabeleceu logo no início. O Google+ ainda não é um fracasso, talvez precise apenas de uma “alavancada” e que dê mais tempo ao seu tempo.


Um novo mundo para a terceira idade

sábado, 9 de fevereiro de 2013


Como a terceira idade tem buscado e progredido com as redes sociais

Idosos se distraem e se divertem na internet


O seu avô ou a sua avó, ou um parente com mais de 50, 55 anos de idade, tem Facebook? Pois é. Definitivamente as redes sociais não são mais um mistério para os idosos. Eles já aprenderam a desvendar esse mundo ainda que de forma mais lenta, mas nem por isso menos interessante do que os jovens. Há algum tempo, entender o “virtual” era uma coisa complicada para quem não poderia nem ter um telefone em casa quando criança. O 'inesgotável' número de opções de contatos que eles conheciam era o do dia a dia, os vizinhos, os amigos, a escola. E foi essa fome de resgatar as antigas amizades e dos parentes distantes que levaram os ‘velhinhos’ a mergulharem nas redes sociais.

Segundo Javier Olivan, vice-presidente de crescimento do Facebook, aqui no Brasil há 61 milhões de usuários conectados, dos quais 30 milhões aderiram a rede somente no último ano. Desse número, 26% tem mais de 55 anos de acordo com as pesquisas mais recentes. Praticar atividades físicas, boa alimentação, cuidar da saúde do corpo são as recomendações médicas fundamentais na terceira idade. Mas exercitar o cérebro, estimular encontros e reencontros com pessoas queridas tem feito com que muitos deles aprendam a usar um computador. Um mundo novo para gente mais velha.

Até mesmo as empresas já perceberam esse nicho de pessoas e tem investido pesado para conquistá-lo como clientes. As agências de viagens e academias são um exemplo. Com o aumento no número de idosos que viajam em grupo e fazem atividade física, elas têm conseguido fazer um bom trabalho nas mídias sociais divulgando e produzindo conteúdo focado nas necessidades e interesses da terceira idade.

Vovôs e vovós provaram que as mídias sociais não são apenas para jovens, sem importância, que perdem horas na frente de uma tela. Eles viram nelas uma ferramenta de informação, diversão e integração, que tem proporcionado uma enorme mudança no comportamento entre as duas gerações, que acabam falando “a mesma língua”. Além disso, esse uso constante tem ajudado os idosos em outros quesitos como depressão e solidão. 

Fazer e manter amizades e os desafios encontrados, como as atualizações constantes desses sites, exercitam o cérebro para que estejam sempre sintonizados com o mundo virtual. Alexandre Fortini, médico geriatra, diz que as mídias sociais beneficiam a saúde mental e criam um suporte durante as suas perdas.  “A terceira idade é um período onde você perde amigos e familiares. Ter amigos ajuda a encarar e aceitar melhor essas perdas.", afirma.

Licinia Vaz Fernandes, 59 anos, se diverte no Facebook e no Orkut. “Como sempre fui de manter amizades, tenho com quem conversar. Poder ligar para um amigo ou entrar no MSN para bater-papo é muito bom, principalmente quando temos alguns problemas e precisamos de ajuda sem envolver a família em tudo. Eu também aconselho muito meus amigos, ajudo mesmo", contou.
E que sejam todos bem vindos.





O "Poderoso" Chefão

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013



Cena do filme "O Diabo Veste Prada"

 
Muitas vezes nós nos deparamos com chefes exigentes e chatos, mas existem também aqueles que não fazem a sua parte dentro da empresa. Isso compromete toda a estrutura profissional da carreira e claro, os demais funcionários que ‘obedecem’ a ele.
O chefe é aquela pessoa que deve ser o líder da sua equipe, gerenciar as crises, e apagar qualquer problema que possa ocorrer em situações de emergência. A questão é que vivenciamos justamente o processo contrário a esse ideal. Muitos usam de sua posição e cargo para vantagens pessoais, como ganhar um dinheirinho por fora e há aqueles, que mesmo se considerando honestos, cometem erros até infantis que prejudicam o rendimento de sua própria equipe.
Chefes são pessoas que precisam dar o exemplo, pois a responsabilidade que lhe pesa nos ombros é mil vezes maior que a de seus assistentes, secretárias, etc. Não necessariamente, mas deveria ser o primeiro a chegar e o último a sair. O que na realidade não se verifica, visto que a maioria deles faz o seu horário.
Funcionários testemunham todos os dias a “incompetência” de seu próprio líder, diante dos seus olhos. Outros acontecimentos são ainda piores: aqueles que abusam dos demais para atender pedidos como um cafezinho, um lanchinho, um ‘favorzinho’. E estes mesmos chefes de grandes e pequenas empresas ensinam erradamente a equipe de como gerenciar e resolver as questões mais importantes da organização. É o famoso “ele pensa que pode só porque é chefe”.
Um bom líder faz o seu papel. Levanta cedo como qualquer um, faz o seu próprio cafezinho, liga seu computador, senta e começa a trabalhar. Ele é pago para isso tanto quanto o menor cargo de toda a corporação. E isto vale também para os diretores e empresários, os próprios donos que são chefes dos chefes dos chefes.
Chefe é líder. E líder que é bom não sabe dar ordens, mas sabe fazer e pôr em prática. Exige, claro, de seus funcionários de equipe, mas não “larga”  o trabalho em suas mãos sem dar a orientação. Líder conversa com convicção e não apenas fica sentado atrás de uma mesa pedindo coisas que ele mesmo não faz. Este líder não tem respeito de ninguém e prejudica o andamento da empresa.
Lembre-se: o chefe é o primeiro que deve dar o exemplo, caso contrário, o seu empreendimento será mais um no meio do mundo empresarial.


Empresas precisam aprender a reduzir custos e conquistar clientes

sábado, 25 de agosto de 2012

De forma simples e rápida é possível aumentar as vendas com eficiência e bom atendimento

Atualmente as empresas buscam de todas as formas possíveis conquistar novos clientes. Isto significa investir em publicidade, propaganda, anúncios, ações de marketing promocionais, entre outras coisas. Porém, há um novo modelo e forma deste negócio no Brasil e que ainda não é muito explorado pelas corporações, tanto as já reconhecidas no mercado, quanto aquelas que estão nos primeiros passos: O lead.

O lead é um conjunto de informações disponibilizado pelo consumidor que está propenso a comprar um serviço ou produto e ocorre essencialmente na web. Na opinião de Natan David, diretor comercial da Leader Leads, este é um recurso que deve estourar em breve aqui no país. “80% das empresas estrangeiras já utilizam este mecanismo. Se você tem um budget para gastos via internet, tentamos reduzir esses gastos e trazer clientes.”, analisa ele.

Muitas vezes um empresário faz um alto investimento no mundo online e dentro de poucos dias percebe que não houve o retorno que aguardava. Outros ainda temem os resultados que isto pode gerar nos negócios e tentam captar clientes através do telemarketing convencional. A proposta de um lead é atrair o consumidor para algo que está realmente interessado. Existem muitas formas de se trabalhar com lead, seja através de e-mail marketing, pesquisas e buscas no Google ou até mesmo banners em sites e blogs.

A ideia é que, por exemplo, uma pessoa ou empresário procure planos de saúde na internet e como resultado venha um link patrocinado ou pago. O consumidor, acessando, obtém algumas informações, completa um formulário curto e logo depois recebe o contato da empresa por telefone.  “O site deve ter o máximo de informações objetivas para que a pessoa leia, preencha um filtro e em dois minutos alguém ligar para tirar as dúvidas. É muito melhor do que deixá-la lendo, pois assim ela pode achar ‘isso não é o que eu quero’ e vai embora.”, explica David.

O objetivo da empresa, segundo ele, não é otimizar sites como muitos pensam, e sim aumentar as vendas com clientes assertivos e reduzir os custos e gastos. A Leader Leads é uma empresa de marketing digital, 100% brasileira, voltada para a geração de leads e que hoje é líder neste mercado e a única que possui o selo da ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto). Os funcionários são todos certificados pelo Google, além de ter gerentes da gigante da internet para cuidar das campanhas da empresa.

Fundada em junho de 2011, em menos de um ano, a Leader Leads tem cerca de 150 clientes e cresceu em média de 250% e sua meta neste ano é de mais 100%. Isto sem publicidade, contando apenas com indicação de seus próprios clientes. Para saber mais informações acesse o site www.leaderleads.com.br .

Prazo de entrega é o principal problema entre empresas e fornecedores

domingo, 15 de julho de 2012

Estudo, análise e cuidado são necessários para escolha de um bom fornecedor

Todos os dias vemos uma reclamação diferente por parte dos consumidores no que diz respeito à compra e entrega dos produtos em sua casa. Pois bem, com as empresas isso também não é uma novidade. Uma pesquisa realizada no mês de maio deste ano pelo Inbrasc (Instituto Brasileiro de Supply Chain) ouviu mais de 450 organizações de diversos portes das áreas de compra e supply chain com o intuito de definir as principais dificuldades do sourching (terceirização) no Brasil.
Para uma empresa funcionar perfeitamente e levar o seu produto até o consumidor final, existe um enorme caminho a ser percorrido. Por isso a escolha dos fornecedores, a maioria, se não todos, terceirizados, faz parte dos grandes desafios de um negócio. É uma questão de muito estudo, análise e cuidado para não sair prejudicado.
A maior parte das empresas que participaram está ligada ao segmento de indústria e mais 35% são companhias de serviços e comércio. E, para a surpresa ou não de muitos, a pesquisa revelou que o principal problema está ligado ao prazo de entrega e a qualidade dos serviços prestados, que juntos somaram 40% das respostas. Falta de comprometimento e preços elevados também fazem parte da lista.
Porém, muitos dos outros quesitos apontados fogem totalmente do controle tanto das empresas quanto das fornecedoras como infraestrutura logística. Por exemplo, as más condições das rodovias, situação precária dos portos, ferrovias abandonadas e problemas nos transportes aéreos. Para o diretor do Inbrasc, Henrique Gasperoni, tudo isso interfere diretamente no prazo de entrega dos produtos – “É a queixa mais freqüente dos profissionais da área”, afirma.
Quase 80% dos entrevistados disseram utilizar a homologação, além de informar aos potenciais fornecedores os critérios mínimos para participar dos processos de compras e 78% deles fazem questão, e vêem a necessidade de repassar os valores da companhia, bem como a missão e a visão. Um ponto que para elas é primordial para uma boa relação, a maioria delas, 52%, buscam manter essa relação freqüente de parceria com seus fornecedores.